domingo, 13 de fevereiro de 2011

Ao invés de ver o Gugu na TV

Sábado o dia começou prometendo. Tínhamos dois compromissos em pauta, um mais legal que o outro. O primeiro era acompanhar o time de rugby do James no campeonato local. O segundo era conhecer o Bob King, um pianista maluco que toca um pouco de jazz, um pouco de blues, um pouco de tudo.


Rugby
Futebol americano sem proteção. Só isso já faz qualquer homem nesse mundo querer assistir a uma partida de rugby. Graças a cultura futebolística brasileira, nunca temos oportuniudade de acompanhar esse esporte sangrento inventado pelos ingleses. Mas a verdade é que eu não gostei de rugby pelo simples fato de não ser fisicamente apto para jogar. Mas aí eu conheci o James, um inglês típico, daqueles que toma cerveja no café da manhã e cospe na calçada entre uma palavra e outra. O James joga num time local de Bangkok, junto com vários outros estrangeiros. E nesse sábado ia rolar um campeonato com times de vários países. Além da Tailândia, estavam representados África do Sul, Nova Zelândia, Japão, Inglaterra e Austrália. Todo mundo se tratando super bem, com cordialidade, compaixão e companheirismo. Logo nos primeiros 5 segundos do primeiro jogo, duas pessoas precisaram de atendimento médico, um com o ombro deslocado e o outro com o joelho torcido.




Pra mim, o campeonato foi demais. Pro James, uma merda. O time dele perdeu os três jogos do dia e acabou fora das finais, que iam acontecer no domingo. Mas tudo bem, porque um sábado inteiro com neguinho se quebrando já foi o suficiente pra mim. E certamente no domingo esse tiozão não ia estar com essa mesma roupa fashion:


Bob King

O Mister King é um figuraça. Texano de nascimento, mora em Bangkok há 11 anos e vive de aulas de piano e de shows em bares e restaurantes pelas cidade. Só que ele é daqueles músicos rebeldes, que não se coloca em nenhuma categoria musical. O jazz é o mais visível, mas o talento do cara, segundo ele mesmo, é tocar com o coração (profundo, né?). Ele não diz que toca piano, mas que conta histórias. E o cara tem outro dom pra lá de estranho: saber tudo da personalidade de uma pessoa a partir da data de nascimento dela. Quase um cartomante. Na minha vez, ele disse que eu era como uma mãe, querendo sempre cuidar das pessoas e ser sempre o bonzinho da história. Já na vez do Gustavo, ele falou bastante coisa sobre ambição, dinheiro, sucesso e organização. Pô, mãe é sacanagem.

Jogo do Manchester Untd no fundo. E o do Grêmio que é bom, neca.

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