
Aqui tá uma loucura, falando agora do trabalho. Acho que foi semana passada que sentamos pra listar todos os projetos, pequenos sites ou grandes campanhas, que tínhamos pra fazer. E são 7. Sendo que todos exigem a nossa total atenção, não dá pra ir fazendo um pouco de cada um. E isso de certa forma nos preocupa, já que não temos todo o tempo do mundo pra fazer tudo: só um mês e mais uns dias.
Fácil dizer que os próximos dias vão ser complicados. E pra dar aquele tempo na cabeça antes da pauleira, resolvemos ir atrás de um devido descanso. Escolhemos uma das ilhas do país a dedo: Koh Samed (vários lugares colocam Samet, com "t", e outro vários com "d"). No papel, parecia uma ilha bonita, barata e teoricamente perto de Bangkok. E era tudo isso mesmo na realidade.
Acordamos às 4h da matina no sábado pra pegar a primeira van na Victory Station. Aliás, isso é engraçado. Eles têm uma rodoviária na cidade, que não é muito grande, mas existem esses pontos de vans em estações de metrô (SkyTrains, no caso) que te levam pra muitos lugares legais. E talvez até por um preços mais amigáveis. O valor dessa van foi 200 bahts, ou 10 reais. Ela nos levou até Bang Phe, a cidade portuária mais próxima da ilha. E ali a gente pegou um barco que nos levou até Koh Samed, por mais 100 bahts, ou 5 reais. Tá acompanhando? 15 reais até agora. E já foram o suficientes pra gente tocar os pés nas areias brancas e mar transparente da nossa primeira praia turística. Sim, turística. Não chamamos mais tanta atenção das pessoas na rua como acontecia normalmente. Agora, americanos e alemães disputavam os olhares em um concurso pra ver quem conseguia ficar mais vermelho.
Chegamos no porto e caminhonetes se prontificaram a levar os turistas até o parque nacional da ilha, que é onde ficam as melhores praias, pousadas e tudo o mais. O carro não andou nem 500 metros e parou pra gente sair. Menos mal que nos cobraram só 20 bahts, ou 1 real. Logo na entrada do parque, uma facadinha inesperada que nem os livros turísticos tinham previsto. Tinha que pagar 200 bahts pra entrar. 10 reais. Bom, tudo bem, já estamos aqui, não é? Vai em frente no canivete, amigão. Entramos no parque e já nos encontramos de cara com a praia. Coisa linda. Fomos logo procurar um pousada, porque a vontade pular na água era grande. E o calor também. Achamos um bangalô honesto: 700 bahts a noite, já que chegamos num sábado e voltaríamos no dia seguinte, o que daria 350 bahts, ou 17 reais, pra cada um.
Nosso quarto, ou bangalô. Rosa pink, um must.Mochilas seguras no quarto, sunga escondida na bermuda e simbora pro mar.



Nesse momento eu estava pensando nos meus queridos colegas de Paim e em alguma piada que agora eu esqueci.
A noite na ilha é bem movimentada. Quase todos os bares e restaurantes beira-de-praia ficam com luzes coloridas e muita gente na frente. Também mandam ver numa trilha sonora digna de top5 da Jovem Pan, pra fazer a alegria da gringada. Mas o que mais nos chamou atenção foi o famoso show de fogos com os Fire Men, tão anunciados em banners nas areias. E eles fizeram por merecer. Os caras são bons mesmo. Imagina um show de boleadeira só que com as pontas pegando fogo.

No último dia, admito, chutamos o baldinho de praia. Escolhemos um daqueles passeios de barco clássicos que todo turista faz e abrimos o bolso. 30 reais cada um pra dar uma banda em 5 ilhas e mergulhar de snorkel em dois pontos. E foi certamente uma ótima escolha.




E pra fechar, um gringo bem tranquilão vestindo uma obra do Oscar Niemeyer: