Lop Buri é mais uma cidadezinha história do país. Tem mais ou menos 4 mil anos de idade e ainda preserva vários templos e residências da época. As ruínas, inclusive, são bem parecidas visualmente com a cidade que a gente foi no outro dia, Ayutthaya. Mas com uma significante diferença: Lop Buri é conhecida como a cidade dos macacos.
Pra chegar lá, pegamos o trem na estação principal. Escolhemos ir na classe econômica, claro. A passagem deu R$1,50. Uma tetéia. Como somos inteligentes, né? Mas não esperávamos o óbvio: as acomodações também eram de R$1,50. Impossível dormir naquele banco duro e sem espaço. O trem tava lotado e a gente ficou socado num canto, nós quatro: James, Hilary, Gustavo e eu. Mas tudo bem, porque a paisagem durante o caminho era bem legal. Chegamos em Lop Buri em menos de duas horas.
E valeu a pena cada centavo (foram poucos, mas valeram mesmo assim). A cidade não poderia ter outro apelido. Os macacos reinam soberanos. Ficam tranquilos, ali mesmo, no meio da rua, em cima de carros, motos, pendurados em fios de alta tensão, como se os humanos não existissem. Era só tu não se meter com eles que tudo ia ficar legal. Não sorrir era um passo muito importante na boa convivência. Eles entendem que mostrar os dentes é um sinal de ameaça e simplesmente te atacam. Atacam mesmo. E ninguém quer levar uma dentada de macaco e pegar uma doença desconhecida, não é verdade? Feliz é aquele que não sorri.













Ele não só abriu a torneira pra beber água como fechou a torneira depois de tomar.

Macaco lendo.







































