domingo, 30 de janeiro de 2011

Royalty Style




Vôo de 1h30 até o Rio. Duas horas de espera no aeroporto até embarcar para Frankfurt, num vôo de 11 horas. Na Alemanha, oito horas de espera no maior aeroporto que eu já vi na vida. Chegou a bater um alívio quando embarcamos no último avião da jornada de ida, da Thai Airways, que nos levaria pra Bangkok.

10 horas depois, pisamos pela primeira vez em solo tailandês. E foi só dar uma olhada em volta pro peso de 34 horas mal dormidas ir pro espaço. É tudo muito surpreendente. Muito diferente. Tudo chama atenção: os prédios modernos, as casas de madeira bem grudadas umas nas outras, os motoristas dirigindo no lado direito, as ruelas sem calçada, o trânsito insano, os monges atravessando a rua.

O Graham, nosso chefe aqui em Bangkok, foi quem nos buscou no aeroporto. Já foi nos levando direto pra Tydis, a agência onde a gente vai trabalhar e, até segunda ordem, dormir. O lugar é inacreditável. É dividido em duas partes: uma casa enorme na frente e um prédio de uns 4 andares no fundo. Tudo isso num terreno que dá de frente pro palácio real. Entramos e fomos para o quarto de hóspedes que poderia ser tranquilamente mais um aposento do Rei.

Família, tô na boa.




Olha o tamanho do box, minha gente.

Sim, o quarto é grande. Sim, a cama é de casal. E sim, eu e o Gustavo estamos dormindo na mesma cama. Mas ela é tão gigantesca que nem dá pra perceber. Não precisa ficar com ciúmes, Ester.


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Quase lá

Tá difícil da ficha cair. Faltando um pouco menos de 16 horas pra grande viagem, ainda não me acostumei com a ideia de ficar 3 meses longe dos meus amigos, da minha família, da Ester. São 2h20 da matina e eu ainda tenho roupas pra dobrar e documentos pra organizar. A velha mania de deixar pra última hora. Os dirigentes do que Grêmio que o digam.

Aliás, o Grêmio renderia um post exclusivo. Nunca vi tanta coisa dar errado em tão pouco tempo na história do futebol. E pra completar o sofrimento, vou ter que assistir à grande maioria dos jogos da Libertadores pela internet, num minuto a minuto qualquer. Se bem que por outro lado, pode ser bom: se tudo der errado mesmo, vou estar longe demais pra levar flauta. Os deboches vão afundar no Índico.

O fato é que amanhã, 10 minutos antes do embarque, a ficha vai resolver cair. A velha mania de deixar pra última hora.

Até!
ถุงมือผ้าขนสัตว์ทำให้ฉันคัน * !!!


* Luvas de lã me dão coceira.


quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Tailândia who?

Se você aí, amigo ou amiga que está lendo o blog, me desse quatro mil dólares na bucha, em cash, pra eu ir pro lugar que quiser, eu nunca escolheria a Tailândia.

E isso é culpa da nossa cultura popular aqui do Brasil, que enfatiza as peculiaridades dos Estados Unidos, as oportunidades de Londres, as praias australianas e esquece de países como a Tailândia, que mal aparece nos noticiários. Se não dá um terremotinho, um tsunamizinho, ninguém por aqui ouve falar. Me deu quatro mil dólares? Vou ficar negão no Caribe, oras. Mas nunca, jamais escolheria a Tailândia, aquele lugar quente e cheio de ladyboys.




A distância, é verdade, espanta muita gente. A Tailândia é longe pra caramba. Pra se ter uma ideia real da coisa, eu e o Gustavo, um amigo que eu fiz pra vida há 3 anos, vamos ficar 34 horas viajando. Saímos de Porto Alegre na sexta-feira, dia 28 de janeiro, e chegamos em meados de domingo. Sabe quando você fica com tanta raiva de uma pessoa que manda ela pra bem longe? Imagino que na Tailândia deva ter um monte de atendente da Net e garçom do Habibs.

Pelo que eu li na wikipedia e no guia Publifolha, a Tailândia é um país sensacional. Mas sem informação, eu dificilmente escolheria ir pra lá. Ainda bem que antes de qualquer coisa, a Tailândia resolveu me escolher.


Fiquem ligados que muita bizarrice ainda está por vir.

ผมชอบไก่ทอด *


* Eu gosto de coxinha de galinha.