Vôo de 1h30 até o Rio. Duas horas de espera no aeroporto até embarcar para Frankfurt, num vôo de 11 horas. Na Alemanha, oito horas de espera no maior aeroporto que eu já vi na vida. Chegou a bater um alívio quando embarcamos no último avião da jornada de ida, da Thai Airways, que nos levaria pra Bangkok.
10 horas depois, pisamos pela primeira vez em solo tailandês. E foi só dar uma olhada em volta pro peso de 34 horas mal dormidas ir pro espaço. É tudo muito surpreendente. Muito diferente. Tudo chama atenção: os prédios modernos, as casas de madeira bem grudadas umas nas outras, os motoristas dirigindo no lado direito, as ruelas sem calçada, o trânsito insano, os monges atravessando a rua.
O Graham, nosso chefe aqui em Bangkok, foi quem nos buscou no aeroporto. Já foi nos levando direto pra Tydis, a agência onde a gente vai trabalhar e, até segunda ordem, dormir. O lugar é inacreditável. É dividido em duas partes: uma casa enorme na frente e um prédio de uns 4 andares no fundo. Tudo isso num terreno que dá de frente pro palácio real. Entramos e fomos para o quarto de hóspedes que poderia ser tranquilamente mais um aposento do Rei.
Família, tô na boa.
Olha o tamanho do box, minha gente.
Sim, o quarto é grande. Sim, a cama é de casal. E sim, eu e o Gustavo estamos dormindo na mesma cama. Mas ela é tão gigantesca que nem dá pra perceber. Não precisa ficar com ciúmes, Ester.
