segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Montanhas - Parte III
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Montanhas - Parte II
Montanhas - Parte I
Hotel/pousada
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Ao invés de ver o Gugu na TV
Bob King
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Comprar, comprar, comprar.
Já virou um hábito entrar numa lojinha e ir direto dar uma olhada na seção dos CDs. Só que, óbvio, não sei o que é bom, o que é brega e o que é DVD ou CD. Na base do uni duni tê, acabo levando de qualquer jeito. O que às vezes pode não ser tão bom. Conversando com um cara aqui da agência, o Nice, descobri que esse CD mais da frente, rosa, com MP3 escrito, é de música country tailandesa. E ele me falou rindo, então é como se um estrangeiro fosse pro Brasil e comprasse o lançamento do Rio Negro & Solimões. E o pior: se achando cool.
Nessa pilha consumista, o James e a Hilary nos levaram num mercado muito legal, onde se encontra tudo o que se possa imaginar por preços ridiculamente pequenos. E quando eu digo tudo, é tudo mesmo: vai de camisetas, bermudas, estátuas, CDs piratas e tomadas até carteira de motorista internacional, carteira de jornalista e cortes de cabelo. Não é por menos que tailandeses odeiam vir aqui. É um lugar feito pra turista. O Gustavo comprou, de cara, 5 camisetas por 40 reais. Eu fui mais tímido nesse primeiro contato com o céu, e comprei só uma camiseta por 10 reais. É que eu não sei negociar, o que é fundamental pra se fazer uma boa compra. Nos aconselharam a sempre oferecer a metade do que o produto vale, já sabendo que o valor final vai ser só um pouco acima disso. Esse é o jogo.
Nham.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Bangsan
Sexta-feira, um calor do cão, semana bem estressante. O que qualquer porto-alegrense faria numa situação dessas? Pegaria as crianças e iria pra Capão. A gente fez o equivalente: o Graham nos pegou e fomos pra Bangsan, uma praia simpática a 1h30 de Bangkok. Dois ingleses que também trabalham na agência foram com a gente, o James e a Hilary.
Acordamos sábado de manhã, pelas 10h, e fomos pra rodoviária de Bangkok. Achei ela realmente muito pequena pro tamanho da cidade. O ônibus que nos levou até a praia era bem roots. Os outros mais bonitos e modernos não tinham mais horários ou tavam lotados.
Mas a viagem foi boa, o único problema mesmo era o espaço entre uma dupla de cadeiras e outra. Tinha um tailandês sentado na minha frente, e os bancos eram tão grudados que eu fiquei cheirando o couro cabeludo do cidadão por 1h30. Nada legal.
A Pin (não sei se escrevi certo), namorada do Graham, conseguiu pra gente um quarto bem tri num lugar que era um pouco hotel e um pouco prédio residencial. Pagamos 1000 bahts por um final de semana, o que não dá nem 50 reais. Barbada.
Vista do quarto.
O plano pro jantar era fazer um churrasco no calçadão. Então fomos em busca da comida no famoso mercado de peixes da cidade.
Mercado
Pra quem gosta de frutos do mar, esse lugar é simplesmente o paraíso. Pra quem é alérgico a frutos do mar que nem eu, é como caminhar num grande gramado cheio de roseta. Mas aquilo não deixava de ser surpreendente. Bangsan tem uma grande população de pescadores, e tudo o que se via ali no mercado tinha sido pescado há não mais do que 5 minutos atrás. Mais ou menos assim: tu tinha que escolher o carangueijo e cuidar pra não levar uma mordida.
Eu, me perguntando onde eles esconderam o cheeseburger.
Enchemos um isopor inteiro de comida, outro de cerveja, e deixamos tudo no prédio, esperando pra mais tarde. E aí fomos finalmente curtir a praia.
Praia
Primeira constatação que mais tarde foi confirmada: tailandeses odeiam sol. E não é odiar de se encher de Sundown 50. É odiar de ir de roupa pra praia, tomar banho de mar de roupa, e se esconder o dia inteiro entre milhares de guarda-sóis espalhados pelas areias. Aliás, areia era o que menos se via.
O mar e a fortaleza de guarda-sóis.
Mar sem onda, sol, cerveja. Deu pra dar aquele estica.
Churrasquinho
Enquanto a gente comprava tudo no mercado, eu não parava de pensar "o que eu vou comer se só tem frutos do mar aqui?". Pois não é que a solução veio de alguém muito familiar? Carrefour. Fomos lá e compramos alguns quilos de porco. Não tinha quase nenhuma carne de vaca porque ela é um animal sagrado por aqui, assim como na Índia.
Bom, nem preciso dizer que foi o churrasco mais surpreendente que eu já fui. Era assim, no meio da calçada. E olhando em volta dava pra ver que era prática comum de fim de tarde, quase obrigatória. Aquilo tava tomado de pequenos grupos com suas pequenas churrasqueiras. Compramos duas grelhas pequenas no próprio mercado de peixe e mandamos ver.
A empolgação no mercado foi tanta que sobrou dinheiro até pra comprar uns fogos de artifício chineses. Como tudo aqui é estranho e eu comecei a praticar a filosofia do "tá, vou experimentar", taquei fogo também.
Papo vai, papo vem e os ingleses, sempre eles, sugeriram a melhor brincadeira de bebida que eu já vi. E é bem simples: se faz uma roda e o objetivo é contar até 21. Alguém começa e diz "Pela pessoa da minha direta, 1", aí a pessoa da direita diz "2" e assim vai. No meio da contagem tem alguns truques: se alguém contar dois números em sequência, inverte a ordem de contagem. Se forem três números em sequência, pula a próxima pessoa. Tudo para o grand finale: quem cair no número 21 tem que beber. Na nossa brincadeira, a bebida não tinha nada de divertida.
Atenção: pessoas sensíveis e com o estômago fraco estão proibidas de olhar a foto.
Tomei dois goles dessa porcaria. Talvez eu morra amanhã, não sei.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Enquanto isso, no primeiro brain...
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Agora é pra valer

Agora a gente existe: temos pasta no servidor da agência.
Não é uma lista de interjeições de um mangá, muito menos um aquecimento vocal de um cantor lírico e nem um demonstrativo de quantas palavras sou capaz de teclar com o cotovelo. Agora o Gustavo e eu somos oficialmente employees da TyDis, e essas são as pastas que a galera tem disponível no servidor. O famoso Publi/Temp. Até e-mail a gente ganhou.
E só pra sacanear, escolhi o guilherme@tydis.net. Quando tentam falar meu nome, os tailandeses fazem caretas e quase caem no chão de tanta cãibra que deve dar na língua.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
TyDis
Prédio 1: Criação.
