Já virou um hábito entrar numa lojinha e ir direto dar uma olhada na seção dos CDs. Só que, óbvio, não sei o que é bom, o que é brega e o que é DVD ou CD. Na base do uni duni tê, acabo levando de qualquer jeito. O que às vezes pode não ser tão bom. Conversando com um cara aqui da agência, o Nice, descobri que esse CD mais da frente, rosa, com MP3 escrito, é de música country tailandesa. E ele me falou rindo, então é como se um estrangeiro fosse pro Brasil e comprasse o lançamento do Rio Negro & Solimões. E o pior: se achando cool.
Nessa pilha consumista, o James e a Hilary nos levaram num mercado muito legal, onde se encontra tudo o que se possa imaginar por preços ridiculamente pequenos. E quando eu digo tudo, é tudo mesmo: vai de camisetas, bermudas, estátuas, CDs piratas e tomadas até carteira de motorista internacional, carteira de jornalista e cortes de cabelo. Não é por menos que tailandeses odeiam vir aqui. É um lugar feito pra turista. O Gustavo comprou, de cara, 5 camisetas por 40 reais. Eu fui mais tímido nesse primeiro contato com o céu, e comprei só uma camiseta por 10 reais. É que eu não sei negociar, o que é fundamental pra se fazer uma boa compra. Nos aconselharam a sempre oferecer a metade do que o produto vale, já sabendo que o valor final vai ser só um pouco acima disso. Esse é o jogo.
Nham.
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