quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Comprar, comprar, comprar.

Antes de vir pra cá, eu tava preocupado com custo de vida da cidade. Como qualquer outra capital gigante, imaginei que tudo fosse mais caro. Mas Bangkok me surpreendeu. Já tinha dito antes: aqui, tudo é mais barato. Esses dias o Gustavo e eu compramos dois shampoos, um jornal, um creme de barbear, dois sanduíches e um chiclete por pouco mais de 10 reais. E a gente nunca compra produto vagabundo. Ok, quase nunca. Como adoro descobrir músicas novas, já comecei minha coleção de CDs locais.




Já virou um hábito entrar numa lojinha e ir direto dar uma olhada na seção dos CDs. Só que, óbvio, não sei o que é bom, o que é brega e o que é DVD ou CD. Na base do uni duni tê, acabo levando de qualquer jeito. O que às vezes pode não ser tão bom. Conversando com um cara aqui da agência, o Nice, descobri que esse CD mais da frente, rosa, com MP3 escrito, é de música country tailandesa. E ele me falou rindo, então é como se um estrangeiro fosse pro Brasil e comprasse o lançamento do Rio Negro & Solimões. E o pior: se achando cool.

Nessa pilha consumista, o James e a Hilary nos levaram num mercado muito legal, onde se encontra tudo o que se possa imaginar por preços ridiculamente pequenos. E quando eu digo tudo, é tudo mesmo: vai de camisetas, bermudas, estátuas, CDs piratas e tomadas até carteira de motorista internacional, carteira de jornalista e cortes de cabelo. Não é por menos que tailandeses odeiam vir aqui. É um lugar feito pra turista. O Gustavo comprou, de cara, 5 camisetas por 40 reais. Eu fui mais tímido nesse primeiro contato com o céu, e comprei só uma camiseta por 10 reais. É que eu não sei negociar, o que é fundamental pra se fazer uma boa compra. Nos aconselharam a sempre oferecer a metade do que o produto vale, já sabendo que o valor final vai ser só um pouco acima disso. Esse é o jogo.






Nham.

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