Hoje, por exemplo, o Eka Pon e o Daniel (ele é americano, então é Déniel), amigos do Tarn, dono da Tydis, nos levaram pra dar uma banda no Grand Palace, a residência dos Reis da Tailândia. É onde os caras recebem as grandes personalidades na maior préza. O lugar é lindo. É um complexo de prédios enormes construídos nos mínimos detalhes, pedacinho por pedacinho. Pra entender melhor, só olhando as fotos.
Como o próprio Eka Pon nos contou, e o cara é uma enciclopédia de Bangkok, a Tailândia é um país que aceita várias religiões, mas predominam o Budismo e o Induísmo. Num lugar como o Grand Palace, dá pra ver esculturas de diferentes crenças convivendo numa boa.
Que Budão, hein?
E até de diferente culturas. Olha esse prédio que curioso. Metade ocidental, metade oriental.
Minha câmera trabalhou que nem louca. Era muita grandiosidade pra uma Nikon só.
Daniel, eu, Eka Pon e o Gustavo, numa foto totalmente sem foco tirada por uma turista.
Demos um tempo de uns 15 minutos no hotel onde o Eka e o Daniel estavam hospedados e continuamos o dia.
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Bom, saindo do Grand Palace com a cabeça girando de tanta informação, o Eka Pon e o Daniel viram que a gente precisava relaxar, e uma piscina num hotel gigantesco não bastava. A solução? Elas, as famosas, as temidas, as adoradas, e principalmente as doloridas massagens tailandesas. O Eka reservou uma sala pra nós quatro num lugar só de massagens, que eu não lembro o nome agora. Cada um com uma cama confortável e uma véia tailandesa especialista na arte de causar dor. Se vocês ainda não sabem, nem toda as massagens na Tailândia precisam ser eróticas. Essa não era. Era só dolorida mesmo. As véias tinham a manha, tava na cara, só que o que elas faziam contigo era insano. Sabe quando se faz ioga, alogando pra cá, pra lá? Elas faziam isso. Só que em cima de ti. E entre um alongamento e outro, apertavam os músculos e batiam neles como se fossem pedaços de bife sendo preparados pro almoço.
Acho que isso não passa de um golpe de marketing muito bem arquitetado. Enchendo o cliente de porrada, elas fazem com que o cara sinta uma dor permanente no corpo e não pare nunca de procurar massagens. Gênias.
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Calma que a emoção do dia ainda não terminou. Como ninguém tava de carro e o Eka não podia nos acompanhar até a agência, eles acharam que seria uma boa ideia deixar eu e o Gustavo voltarmos sozinhos pra casa. Doce ilusão. Na teoria parecia bem fácil. Deixaram com a gente um papelzinho com o endereço da agência escrito em tailandês. O caminho era esse: pegar um skyline, que é o trem na superfície, até um monumento e depois seguir por uma rua onde o tráfego saía desse monumento. Nessa rua era só chamar um taxi e apontar o endereço. Óbvio que na hora de achar a rua e o monumento a gente se perdeu completamente. A instrução de pegar o fluxo saindo do momumento não fazia sentido, já que todas as ruas em volta dele eram mão dupla.
No final acabou dando tudo certo. Sempre dá.
O maior budão que eu já vi!
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