quarta-feira, 6 de abril de 2011

Lop Buri - The Monkey Town

Lop Buri é mais uma cidadezinha história do país. Tem mais ou menos 4 mil anos de idade e ainda preserva vários templos e residências da época. As ruínas, inclusive, são bem parecidas visualmente com a cidade que a gente foi no outro dia, Ayutthaya. Mas com uma significante diferença: Lop Buri é conhecida como a cidade dos macacos.

Pra chegar lá, pegamos o trem na estação principal. Escolhemos ir na classe econômica, claro. A passagem deu R$1,50. Uma tetéia. Como somos inteligentes, né? Mas não esperávamos o óbvio: as acomodações também eram de R$1,50. Impossível dormir naquele banco duro e sem espaço. O trem tava lotado e a gente ficou socado num canto, nós quatro: James, Hilary, Gustavo e eu. Mas tudo bem, porque a paisagem durante o caminho era bem legal. Chegamos em Lop Buri em menos de duas horas.

E valeu a pena cada centavo (foram poucos, mas valeram mesmo assim). A cidade não poderia ter outro apelido. Os macacos reinam soberanos. Ficam tranquilos, ali mesmo, no meio da rua, em cima de carros, motos, pendurados em fios de alta tensão, como se os humanos não existissem. Era só tu não se meter com eles que tudo ia ficar legal. Não sorrir era um passo muito importante na boa convivência. Eles entendem que mostrar os dentes é um sinal de ameaça e simplesmente te atacam. Atacam mesmo. E ninguém quer levar uma dentada de macaco e pegar uma doença desconhecida, não é verdade? Feliz é aquele que não sorri.
















Ele não só abriu a torneira pra beber água como fechou a torneira depois de tomar.

Macaco lendo.

domingo, 3 de abril de 2011

Ayutthaya

Nesses últimos dias, achamos que deveríamos usar nosso tempo livre pra conhecer mais a Tailândia turística. A Tailândia real, do cotidiano, temos contado quase todos os dias.

Um dos primeiros lugares top10 de qualquer livro turístico sobre o país é essa cidade pequena, uma ilha, na verdade, chama Ayutthaya, a 1h de Bangkok. Foi fundade no século 14 pra ser a capital do reino vigente, do rei U-Thong. O que o nosso amigo não esperava é que sua cidade viria a ser atacada por exércitos birmaneses e totalmente destruída e saqueada pelos invasores. Depois disso, a cidade nunca mais foi habitada de novo. Não sobrou nada, só ruínas de templos e estátuas.

Pra chegar lá, foi barbada. Pegamos uma van na Victory Station e, uma hora depois e R$ 2,5 a menos, chegamos lá. Nem saímos do carro quando um cara muito bem-humorado nos abordou. Prometeu nos levar nos principais pontos. Desconfiamos. Mas o cara parecia tão gente boa, e nos deu um desconto tão interessante nessa city tour que resolvemos aceitar. E outra: conhecer um lugar totalmente desconhecido sem saber falar a língua local e sem ninguém pra dar um mínimo de auxílio é um saco.

No final, acertamos na bucha. O cara era muito legal. Mesmo tendo nome de corinthiano: Manot.

















Norma geral de quase todos os lugares. Vai entrar, tira o pisante.






Dentro do carro do Manot.

E aqui, com o próprio Mr. Manot.

Não morri

Não foi o terremoto ou as enchentes. Vou usar a desculpa mais clichê pra justificar a falta de posts: o trabalho. Como diria um publicitário conversando com outro em um evento do mercado, "tá corrido". O Gustavo e eu estamos com uma lista de 6 ou 7 projetos em pauta, contando bem por cima. Sendo que um deles é uma concorrência que a agência entrou.

Dito isso, vamos aos ocorridos.

Semana passada a gente foi numa feira de vídeo game que mexeu comigo. Ela se chamava Digiplay, e o flyer vinha em forma de controle remoto com arte gráfica pixelada. Bem criativo. A feira tinha todos os consoles já criados desde 1980, em ordem cronológica, e explicava direitinho a empresa criadora, o contexto hitórico e se ele fez sucesso ou não. Eu já tinha ido em algo parecido lá em Poro Alegre. Se eu não me engano, se chamava Go Game. Não tinha todos os vídeo games já criados, mas ilustrada direitinho e evolução dos brinquedinhos. E tu podia jogar alguns jogos. Nesse aqui também podia, mas só os jogos de consoles mais modernos.


Onde o melhor jogo já criado começou.

Evolução dos controles.

Gringalhada se divertindo.

O legal mesmo foi ver os avôs dos vídeo games. Sou fã dos antigões. Ainda hoje, quando bate o tédio, eu gosto de instalar o Nintendo 64 ou o Supernintendo pra jogar de novo alguns clássicos, como International Super Star Soccer Deluxe, Campeonato Brasileiro 96, Star Wars, Super Mário, e por aí vai. Diversão garantida.


Quando eu gastei na brincadeira? 5 reais. Do taxi.