domingo, 3 de abril de 2011

Não morri

Não foi o terremoto ou as enchentes. Vou usar a desculpa mais clichê pra justificar a falta de posts: o trabalho. Como diria um publicitário conversando com outro em um evento do mercado, "tá corrido". O Gustavo e eu estamos com uma lista de 6 ou 7 projetos em pauta, contando bem por cima. Sendo que um deles é uma concorrência que a agência entrou.

Dito isso, vamos aos ocorridos.

Semana passada a gente foi numa feira de vídeo game que mexeu comigo. Ela se chamava Digiplay, e o flyer vinha em forma de controle remoto com arte gráfica pixelada. Bem criativo. A feira tinha todos os consoles já criados desde 1980, em ordem cronológica, e explicava direitinho a empresa criadora, o contexto hitórico e se ele fez sucesso ou não. Eu já tinha ido em algo parecido lá em Poro Alegre. Se eu não me engano, se chamava Go Game. Não tinha todos os vídeo games já criados, mas ilustrada direitinho e evolução dos brinquedinhos. E tu podia jogar alguns jogos. Nesse aqui também podia, mas só os jogos de consoles mais modernos.


Onde o melhor jogo já criado começou.

Evolução dos controles.

Gringalhada se divertindo.

O legal mesmo foi ver os avôs dos vídeo games. Sou fã dos antigões. Ainda hoje, quando bate o tédio, eu gosto de instalar o Nintendo 64 ou o Supernintendo pra jogar de novo alguns clássicos, como International Super Star Soccer Deluxe, Campeonato Brasileiro 96, Star Wars, Super Mário, e por aí vai. Diversão garantida.


Quando eu gastei na brincadeira? 5 reais. Do taxi.

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